<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4328293831465997211</id><updated>2011-07-08T01:47:09.445-07:00</updated><title type='text'>Blog do Lumiere</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdolumiere.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4328293831465997211/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdolumiere.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Louis Lumière</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15830924831887494186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4328293831465997211.post-1563628450128609432</id><published>2010-01-14T02:23:00.001-08:00</published><updated>2010-01-15T09:51:39.710-08:00</updated><title type='text'>AVATAR DE LUMIÈRE</title><content type='html'>Muita gente está me perguntando o que achei de Avatar. Eu respondo. Mas antes gostaria só relembrar algumas coisinhas.&lt;br /&gt;Quando eu e meu irmão, Auguste, trabalhávamos na invenção do cinematógrafo, não tínhamos noção das possibilidades artísticas do mesmo. Nosso objetivo era apenas financeiro, tanto que batizamos o projeto de 1D, “D” de dinheiro, obviamente.&lt;br /&gt;Nossos primeiros filmes, aqueles que todos consideram como o início da história do cinema, não tinham maiores pretensões narrativas. Eram simples tomadas do cotidiano francês, feitas apenas para mostrar a magia das imagens em movimento a um público ainda virgem de linguagem cinematográfica. Na época, eu até falei ao Auguste que poderíamos tentar voos maiores.&lt;br /&gt;- Gui (assim que eu chama Auguste), e se a gente utilizasse essa geringonça que inventamos para contar uma história? &lt;br /&gt;- Que tipo de história? Quis saber ele.&lt;br /&gt;- Uma história muito simples. Triângulo amoroso. Um casal de noivos embarca na primeira classe de um grande navio. Ele, um homem rico e arrogante. Ela, uma jovem linda, infeliz e de ótimo coração. Embarca também no mesmo navio, só que na classe econômica, um jovem pobre e cheio de talentos artísticos, pessoa boa, sabe? Durante a viagem o amor impossível acontece. O jovem pobre conquista o coração da infeliz garota. Daí o navio bate num iceberg e vai a pique...&lt;br /&gt;Gui me interrompeu com um maneio de cabeça dizendo que já tinha entendido. Depois comentou.&lt;br /&gt;- É uma boa história. Se encontrarmos um música bem cafona para sublinhar os principais momentos, podemos vender milhares de ingressos. Ma sabe o quê, Louis? Isso vai custar uma fortuna e todo esse esforço de captação e investimento financeiro não serão necessários. Essas primeiras plateias não querem drama, querem tecnologia.&lt;br /&gt;Ele tinha razão. Na primeira sessão com ingressos pagos da história do cinema, a plateia assistiu estarrecida às prosaicas cenas de operários saindo de uma fábrica em Lyon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;www.youtube.com/watch?v=t8h9fHVMLGA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma sessão, durante a projeção de outro filme curto que mostra um trem chegando a uma estação, muitos espectadores chegaram a cair da cadeira com medo de que a locomotiva os atropelasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;www.youtube.com/watch?v=uv8EKgBrk3w&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contei tudo isso para dizer que gostei de Avatar. Trata-se de um filme muito inteligente. É uma versão 2010 de nossos primeiros filmes. Não quero dizer que Avatar não tenha história. Tem sim, mas é uma história conhecida, a plateia já sabe com bastante antecedência  o que irá acontecer. E assim os seus sentidos ficam liberados para se entorpecer com todas as inovações técnicas apresentadas pela película. E, de quebra, o filme transmite uma mensagem ecológica que é muito bem absorvida pelo público. No final da sessão, em que assisti, o chão estava coberto de pipoca e as latas de lixo lotadas de copos enormes de refrigerante. É isso. Desistamos da terra. O negócio é preservar Pandora. Foi assim que entendi.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4328293831465997211-1563628450128609432?l=blogdolumiere.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdolumiere.blogspot.com/feeds/1563628450128609432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdolumiere.blogspot.com/2010/01/titullodopost.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4328293831465997211/posts/default/1563628450128609432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4328293831465997211/posts/default/1563628450128609432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdolumiere.blogspot.com/2010/01/titullodopost.html' title='AVATAR DE LUMIÈRE'/><author><name>Louis Lumière</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15830924831887494186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
